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A sign hangs from a branch of Banco Santander in London, U.K., on Wednesday, Feb. 3, 2010. Banco Santander announce FY earnings tomorrow. Photographer: Simon Dawson/Bloomberg via Getty Images

Fundo do Santander investe na Creditas, fintech de empréstimo com garantia

 O Santander InnoVentures, fundo do banco Santander que compra participações em startups, anunciou nesta terça-feira (17) um investimento na brasileira Creditas, uma fintech focada em empréstimos com garantia.

Trata-se do primeiro investimento feito pelo fundo do Santander em uma empresa brasileira. O valor do aporte e a participação do fundo do banco na empresa não foram divulgados.

O aporte do Santander fez parte de uma rodada de investimentos da Creditas, que captou US$ 55 milhões com investidores. Além do Santander InnoVentures, o fundo Amadeus Capital Partners passou a ser acionista da empresa.

Os atuais investidores da Creditas, como Kaszek Ventures, Quona Capital, QED Investors, International Finance Corporation (“IFC” do Banco Mundial) e Naspers Fintech também participaram da capitalização.

A Creditas é dona de uma plataforma de crédito digital, que oferece empréstimo pessoal garantido por imóveis e veículos. A empresa foi criada em 2012 pelo empresário Sergio Furio.

 Em comunicado, Furio disse que o investimento do Santander na empresa “reconhece a mudança no comportamento do consumidor e a necessidade de ter plataformas totalmente digitais para entregar os mais complexos produtos de crédito com garantia”.

Já o executivo Manuel Silva, sócio e diretor de Investimento do Santander InnoVentures, disse que o Brasil é um “mercado central para o Santander”. “Acreditamos fortemente na inovação das fintechs brasileiras”, disse.

Sinergias

O Santander já está usando tecnologias das empresas em que seu fundo de capital de risco investiu para melhorar seus produtos e serviços. Na semana passada, o banco anunciou um serviço de transferência internacional de recursos por meio do blockchain, tecnologia baseada em registros compartilhados que também é usada na moeda virtual bitcoin.

 Na aplicação, o Santander usou o xCurrent, tecnologia da Ripple, da California. A empresa recebeu investimentos do fundo Santander InnoVentures.

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